Com foco prioritário em inteligência artificial e tecnologias emergentes, iniciativa busca aproximar startups, investidores e lideranças de tecnologia do ecossistema latino-americano
O Cubo Itaú amplia sua estratégia de conexão internacional com a estruturação de uma equipe dedicada no Vale do Silício, nos Estados Unidos. A iniciativa ocorre após a abertura da primeira sede internacional da organização, em Montevidéu, no Uruguai, e terá como foco o relacionamento com startups globais, fundos de investimento, aceleradoras e lideranças de tecnologia que desenvolvem soluções com potencial de aplicação no Brasil e na América Latina.
“A iniciativa não representa a abertura de uma nova sede, mas sim uma frente de atuação estratégica para ampliar a capacidade do Cubo de acompanhar tendências, identificar tecnologias emergentes e aproximar a comunidade latino-americana de alguns dos principais polos de inovação do mundo. A presença no Vale do Silício acelera nossa capacidade de antecipar tendências e nos insere no local onde acontecem as principais discussões e transformações tecnológicas globais. Queremos fortalecer essa ponte entre quem desenvolve soluções de ponta e empresas que podem aplicá-las em escala na América Latina”, afirma Paulo Costa, CEO do Cubo Itaú.
A atuação na região será concentrada na construção de relacionamentos estratégicos com startups, fundos de venture capital, aceleradoras e lideranças do ecossistema global de tecnologia. A partir dessa aproximação, o Cubo Itaú pretende atrair novas oportunidades para sua comunidade, estimular o desenvolvimento tecnológico conjunto e fomentar negócios e parcerias para empresas e startups da região.
Entre as frentes prioritárias para a nova fase de prospecção estão inteligência artificial aplicada a serviços financeiros, plataformas corporativas de IA, automação e produtividade, cibersegurança, infraestrutura de dados e experiência do cliente. Os temas foram selecionados como áreas em que a inovação global pode contribuir para desafios de grandes empresas e para o fortalecimento do ecossistema latino-americano.
“Estar mais próximo do Vale do Silício nos permite acompanhar de perto a evolução de tecnologias que estão redefinindo mercados e identificar startups com alto potencial de colaboração com empresas da nossa comunidade. Nosso papel será fazer essa curadoria, aproximar os atores certos e transformar conexões qualificadas em oportunidades concretas”, afirma Martin Lima, executivo do Cubo Itaú baseado na região e responsável pela atuação local.
Com a nova frente de atuação, o Cubo Itaú busca ampliar o intercâmbio tecnológico entre ecossistemas e aproximar empresas e startups latino-americanas de iniciativas de inovação desenvolvidas no Vale do Silício.

