Estudo global publicado pelo Centro de Pesquisa em Bem-Estar da Universidade de Oxford, em parceria com o Gallup e a Rede de Soluções de Desenvolvimento Sustentável da ONU, aponta efeitos distintos do uso digital entre jovens e reforça papel das conexões sociais
A illycaffè e a Fundação Ernesto Illy ETS renovaram seu compromisso com a promoção do bem-estar coletivo ao apoiar o Relatório Mundial da Felicidade 2026, estudo reconhecido globalmente como referência na avaliação da felicidade. A parceria, iniciada em 2017, parte da premissa de que a felicidade deve ser tratada como um objetivo social, impulsionado por ações concretas e pesquisa científica.
“O Relatório Mundial da Felicidade 2026, reconhecido mundialmente como um referencial para a avaliação da felicidade global, reitera a importância de criar colaborações entre empresas, instituições e fundações para promover o bem-estar coletivo”, afirma Anna Illy, presidente da Fundação Ernesto Illy ETS. “Colocar as pessoas no centro é o princípio orientador que a illycaffè e a Fundação Ernesto Illy perseguem todos os dias, com o objetivo de promover uma felicidade sustentável e duradoura.”
Publicado pelo Centro de Pesquisa em Bem-Estar da Universidade de Oxford, em parceria com o Gallup e a Rede de Soluções de Desenvolvimento Sustentável da ONU, o relatório reúne análises conduzidas por especialistas internacionais e foi divulgado por ocasião do Dia Internacional da Felicidade.
O relatório analisa dados globais sobre bem-estar e percepção de felicidade, com foco, nesta edição, no impacto das redes sociais. A abordagem considera variáveis como tempo de uso, tipo de plataforma, gênero, contexto socioeconômico e diferenças geográficas, permitindo uma leitura comparativa entre países e grupos populacionais.
Entre os principais achados, o estudo aponta uma diminuição significativa na satisfação com a vida entre jovens em países de língua inglesa e na Europa Ocidental, especialmente entre meninas. O uso intensivo de redes sociais aparece como um dos fatores associados a essa queda entre jovens com menos de 25 anos em países como Estados Unidos, Canadá, Austrália e Nova Zelândia.
O relatório também identifica que o impacto das redes sociais varia conforme o tipo de plataforma e a forma de uso. Plataformas baseadas em algoritmos tendem a apresentar correlação negativa com o bem-estar, enquanto aquelas que estimulam conexões sociais demonstram efeitos positivos.
Outro ponto destacado é a relação entre tempo de uso e percepção de felicidade. Jovens que utilizam redes sociais por menos de uma hora por dia relatam níveis mais elevados de bem-estar em comparação tanto com usuários intensivos quanto com aqueles que não utilizam essas plataformas. A média global de uso entre jovens é de 2,5 horas diárias.
Apesar da influência do ambiente digital, o estudo reforça que fatores como relações interpessoais e senso de pertencimento têm impacto mais significativo na percepção de qualidade de vida.
Ranking global e tendências
O Relatório Mundial da Felicidade 2026 apresenta também a classificação global de felicidade. A Finlândia mantém a liderança pelo nono ano consecutivo, enquanto a Itália subiu duas posições, passando a ocupar o 38º lugar.
Os resultados evidenciam diferenças culturais e geográficas no impacto das redes sociais, indicando que, mesmo com níveis semelhantes de uso, os efeitos sobre o bem-estar podem variar significativamente entre regiões.
Ao destacar a importância de conexões sociais e do uso equilibrado da tecnologia, o relatório reforça o papel da colaboração entre empresas, instituições e ciência na construção de modelos de desenvolvimento que integrem inovação e impacto positivo na sociedade.
Acesse o Relatório Mundial da Felicidade 2026 e explore os principais dados.

