Montadora soma 9.305 unidades no acumulado de 2026, tem o maior avanço percentual do mercado e ganha espaço também no segmento de SUVs grandes
A GWM Brasil encerrou fevereiro de 2026 com desempenho expressivo no mercado nacional de veículos leves. No mês, a montadora comercializou 4.896 unidades e alcançou 9.305 veículos vendidos no acumulado do ano. O volume representa um crescimento de 102,3% em relação ao mesmo período de 2025, o maior percentual entre todas as marcas que atuam no país, evidenciando a forte aceitação do portfólio da empresa pelo consumidor brasileiro.
O principal destaque segue sendo o GWM Haval H6, que manteve a liderança no segmento de híbridos ao registrar 3.236 unidades emplacadas em fevereiro. O modelo sustenta sua performance ao combinar tecnologia, eficiência energética, segurança e elevado nível de conforto, consolidando-se como uma das principais referências da categoria no Brasil.
Além do desempenho entre os híbridos, a GWM também avançou de forma relevante no segmento de SUVs grandes (SUV-E). O Haval H9 encerrou o mês na segunda colocação da categoria, com 672 unidades vendidas, enquanto o Tank 300 ocupou a terceira posição, com 423 veículos. O resultado reduziu a distância para o Toyota SW4, líder do segmento no período, que contabilizou 1.030 unidades, reforçando a competitividade da montadora chinesa também entre os utilitários de maior porte.
Os números de fevereiro confirmam o momento positivo da GWM no país e indicam a consolidação de uma estratégia de crescimento baseada em inovação, tecnologia e eficiência, alinhada às novas demandas do mercado automotivo brasileiro.
“Dobrar as vendas no acumulado do ano é uma demonstração clara da força da GWM no mercado brasileiro. Estamos ampliando nossa presença com um portfólio competitivo, que combina tecnologia, desempenho e diferentes propostas para atender perfis variados de consumidores. A liderança do Haval H6 e o desempenho do H9 e do Tank 300 reforçam que estamos crescendo de forma consistente e ganhando espaço em segmentos estratégicos”, afirma Diego Fernandes, COO da GWM Brasil.

