Colaboração leva o conceito de vibe coding para dentro das organizações e acelera a criação de soluções internas com inteligência artificial
O Distrito, especialista em inteligência artificial (IA) e transformação estratégica, firmou uma parceria estratégica com a Lovable, plataforma global de vibe coding, com o objetivo de capacitar empresas na criação de soluções internas com IA e acelerar processos de prototipação. A iniciativa marca o início da formação dos primeiros times de AI-First Makers dentro de organizações brasileiras, fortalecendo e ampliando a adoção do conceito de vibe coding no país.
A parceria surge em um contexto de transformação profunda na criação de software. O avanço da IA generativa tem reduzido barreiras técnicas, encurtado ciclos de desenvolvimento e ampliado o acesso à construção de aplicações, antes restrita a profissionais altamente especializados.
Fundada por Anton Osika e Fabian Hedin, a Lovable ganhou projeção internacional ao introduzir o conceito de vibe coding, abordagem em que aplicações são criadas por meio de conversas com a IA. A plataforma utiliza LLMs para gerar front-end, back-end e lógica de negócio a partir de descrições simples em linguagem natural, entregando código pronto para produção com ajustes em tempo real.
“Estamos vivendo um momento em que a tecnologia se aproxima das pessoas de modo inédito. O vibe coding mostra que a criação de software pode ser acessível, rápida e integrada ao dia a dia”, afirma Osika.
Formação de líderes e equipes com IA no centro das decisões
Ao integrar sua expertise em capacitação corporativa à tecnologia da Lovable, o Distrito acelera jornadas de inovação em grandes organizações. O foco da iniciativa é formar líderes e equipes capazes de colocar a IA no centro das decisões e dos fluxos de trabalho.
A parceria reúne metodologia, ferramentas e cultura maker para transformar dores corporativas em protótipos funcionais de forma prática, governada e escalável. Com a incorporação do vibe coding ao cotidiano, as empresas passam a desenvolver soluções internas com maior autonomia e ciclos mais rápidos de experimentação.
“Nosso papel é viabilizar que empresas brasileiras cresçam mais rápido e inovem com autonomia. A parceria com o Distrito garante que o vibe coding não seja apenas uma ferramenta, e sim uma competência concreta dentro das organizações”, explica Alexandre Messina, GTM Partner da Lovable no Brasil. “Quando profissionais entendem o potencial da IA e aprendem a construir com ela, o impacto aparece em semanas – não em anos,” complementa.
Formação AI-First e aplicação prática
Como parte da colaboração, o Distrito passa a oferecer trilhas de formação que integram vibe coding, automação com ferramentas como n8n, integração com APIs e publicação em nuvem. O programa complementa a jornada Mastering AI, iniciativa executiva do Distrito voltada ao apoio de empresas na criação de suas primeiras experiências estruturadas com inteligência artificial.
A formação atende diferentes públicos, da alta liderança às equipes técnicas, e tem início com um diagnóstico de maturidade para identificar lacunas e definir o ponto de partida de cada organização. A partir desse mapeamento, conteúdos e exercícios são personalizados, incluindo trilhas especializadas em vibe coding e criação acelerada de protótipos.
Segundo Gustavo Gierun, fundador e CEO do Distrito, “mais do que ensinar a usar uma tecnologia, queremos ajudar empresas a desenvolverem uma nova forma de pensar e resolver problemas com IA. A criação digital se torna parte natural do trabalho quando as pessoas entendem como transformar desafios em soluções concretas”.
Um novo capítulo da inovação corporativa
A parceria entre Distrito e Lovable sinaliza um novo capítulo da inovação corporativa no Brasil, com a formação de profissionais capazes de criar soluções com IA de ponta a ponta. O vibe coding amplia a velocidade, a autonomia e a cultura de experimentação dentro das empresas, ao mesmo tempo em que aproxima a tecnologia das rotinas de negócio.
No centro da iniciativa está a ideia de que qualquer pessoa pode se tornar um AI-First Maker, alguém capaz de compreender problemas, construir protótipos e gerar impacto contínuo. “O futuro da criação digital não será restrito a especialistas, mas ampliado por pessoas que utilizam a IA como parte natural do trabalho”, acrescenta Gierun.

